Oh guerreiro alado,
não brigues com moinhos
por precioso sentimento.
Tome de assalto,
como vento primaveril,
o único bem que não se dá.
Leve contigo o que é seu por direito.
Porque uma vez conquistado
nunca mais será roubado.
Então verás que moinhos são só moinhos.
E sempre existirão!
Basta aprender a admirá-los
ao doce sabor do vento...
(M. A.)
quinta-feira, 10 de maio de 2007
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