segunda-feira, 7 de maio de 2007

Marinheiro


Poeta
de sonhos, palavras, sentimentos
Com seu pequeno barquinho
enfrentando terríveis tormentos

Não afundes remador
Brandas são as águas
ao sabor do teu canto
E forte as tempestades
ao som do teu pranto

Rega às águas com teu sorriso
Rema com teu olhar
Que chegarás a teu porto

Ah porto!
Tão distante tu pareces!

Doce navegante
Iluminado por estrelas incandescentes
Engana-se se só vês escuridão a sua frente

Liberta-se do manto da noite
Que verás que quem traz o dia és tu
Em seu pequeno barquinho de desejos flamejantes.

(M.A.)

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